Resenha: Em casa para o Natal #11



Beth Prince sempre adorou contos de fadas e acredita que está prestes a viver um final feliz - tem o emprego dos sonhos em um charmoso cinema independente e um namorado maravilhoso chamado Aiden. Ela faz parte de um grupo privilegiado de pessoas que trabalha com o que ama, e o entusiasmo pelos filmes intensifica a busca por seu próprio 'felizes para sempre'. Só há um problema - nenhum homem jamais declarou seu amor por ela. E, apesar de acreditar que Aiden é o príncipe encantado, a protagonista desconfia de que ele tem medo de dizer 'eu amo você'. Desesperada para escutar essas palavras mágicas pela primeira vez, ela resolve assumir as rédeas do destino - e acaba se arrependendo.
         Avaliação: Image and video hosting by TinyPicImage and video hosting by TinyPicImage and video hosting by TinyPicImage and video hosting by TinyPicImage and video hosting by TinyPic



Então Beth é uma típica romântica compulsiva por histórias de romances e contos fictícios de felizes para sempre, até que um dia o seu feliz para sempre se torna mais distante, praticamente escorre pelos seus dedos quando seu namorado Aiden termina o namoro, Beth se ver perdida e para completar a gota d’agua que faltava no copo, o lugar onde ela trabalha está preste a fechar as portas para sempre!

Beth conhece Matt o percursor do fechamento do Picturebox (um cinema a moda antiga localizado em Brighton, na Inglaterra). Beth e Matt começam a se envolver depois de muita confusão armada por esses dois.

O livro é um típico romance previsível para adolescente apaixonados, não que isso seja ruim (não pelo menos para quem gosta, como eu!) Mas para quem quer algo mais concreto fuja desse livro! A narrativa é boa, ao mesmo tempo que é vagarosa ela é enérgica, em certos momentos os outros personagens são totalmente descartáveis, a personalidade de Beth é interessante mesclando o ingênuo com sagas, mas sem muitas pretensões, Matt varia entre um galã com coração e cérebro e meio sem atitude na vida (o livro deixa isso bem claro)!

Uma coisa que não gostei no livro é que eles se apaixonam muito rápido depois de sair de relacionamentos longos quase que instantaneamente (para Matt até que não porque ele estava extremamente cansado da sua namorada Bipolar Alice, mas para Beth que estava pensando em si declarar para o namorado foi meio estranho) até para um livro assim é chatinho. Algo que notei foi que a personagem Beth desde criança é o tipo de garota desprezada, primeiro pelos pais depois por ex – namorados e ainda sofre uma terrível perseguição (ou o famoso bullying) do seu colega de trabalho Carl (o que para mim foi péssimo ler esses momentos, muito agoniante, mas alarmante e um aviso do quanto essa pratica pode ser agressiva).


Para quem quer um livro divertido e de leitura leve e agradável (tirando totalmente a parte do bullying) e claro previsível. Em casa para o Natal é a pedida da vez.

Se gostou, comente!


0 comentários:

Postar um comentário

Oii, agradeço a visitinha! espero que tenha gostado, sua opinião é muito importante!
Bjus!